26 fevereiro 2010

EVANGÉLICO EU?



A DITADURA DOS PRESSUPOSTOS
Declarar-se um cristão evangélico hoje em dia é declara-se parte de um universo inteiro de definições, ou indefinições, de declarações doutrinárias das mais variadas, tradições e costumes tão diversos, divergentes e excludentes entre si capazes de fazer inveja a biodiversidade do mundo dos insetos.
Com efeito, não é difícil reunir em um mesmo ambiente, como o de trabalho, por exemplo, um pequeno grupo de "evangélicos" das mais variadas confissões. Aos olhos de todos, numa primeira impressão, trata-se de um grupo que possui a mesmíssima fé não importando se um deles se converteu no ensino calvinista presbiteriento e outro no ensino mamonista macediano.
Se, porem, nos debruçarmos sobre um parapeito, bem acima desse grupo, que ainda contém um pentecostal antidiluviano, um outro pentecostal membro da D.E.Amr, um "irmão" da C.C. no B. e, por fim, um neo-pentecostal no estilo da RenaS/A,  a fim de ouvirmos como interagem e manifestam sua fraternidade comum, com o que nos depararíamos?
Haveria alguma surpresa se aquilo que ouvíssemos fosse uma conversa desconexa, nervosa, desprovida de sentido para o ser humano "natural", já que tratam-se de "espirituais", repleta de negativas e maneios de cabeça, com muita tese e antítese, mas nenhuma síntese?
O presbiteriento procuraria demonstrar ao adepto macediano os erros doutrinários de sua fé com uma detalhada explanação do plano soteriológico, ao passo que o  pentecostal antidiluviano asseveraria que sem o batismo no Espírito e seus dons é impossível servir a DEUS ( o que lhe valeria uma reprimenda do calvinista, claro). Por sua vez, o crente da D.E.Amr diria que nenhuma "igreja" possui uma doutrina rígida o bastante para agradar a Deus quanto a da sua denominação. Enquanto isso, o "irmão" da C.C no B procuraria chamar a atenção de todos para o fato crucial de que só a sua "igreja" cumpre o mandamento deixado para que as mulheres usem véu durante a reunião e que "Deus deixou UM POVO escolhido de boas obras, não dois". A essas altura, um adepto do Advento que passava pelo local e ouve a conversa, quer participar contribuindo com a noção de que o Sábado é o selo de Deus para distinguir os salvos. Já o neo-pentecostal, que já passou por umas cinco denominações e permanece calado a maior parte do tempo, irrompe no meio da conversa dizendo que todos estavam desatualizados no mover de Deus, pois Deus hoje está levantando  novos apóstolos e profetas para levar a "igreja" a um novo nível de sucesso.
Nesse instante, o antidiluviano pentecostal, querendo sair pela tangente, cita que JESUS está voltando e que temos que estar preparados para o arrebatamento da igreja, no que seria prontamente rebatido pelo calvinista, que daria sua versão do milênio. Os crentes da D.E.Amr. e da C.C.B. imediatamente se incluiriam no rapto da noiva, muito embora, excluindo-se um ao outro sem dó algum. No meio de tudo isso, o fiel macediano, sempre muito ocupado com o trabalho em duas jornadas, pergunta com cara de espanto "O que é afinal esse tal de arrebatamento?"
Aquilo que pode parecer um simples quadro cômico, não foge muito da realidade que eu mesmo já cheguei a presenciar.
COMO CHEGAMOS A ISSO? Como o ensino de "verdades" menores e periféricas veio obliterar a comunhão entre irmãos de tal forma a ponto de não discernirmos mais se habitamos  mesma casa? Creio que a maior parte da culpa deve recair sobre o incrível poder que as instituições eclesiasticas organizadas tem de entorpecer o sentido da fé, entulhando o canal do discernimento espiritual com ensinos programados e esquemas humanos de interpretação de textos. Não importa a época, nós sempre apresentamos a tendencia mórbida de tentar emparedar DEUS e a Palavra dentro de determinados limites, que geralmente se conformam com o modo como vemos a coisa toda. É incrível o poder de assimilação a que somos submetidos dentro das organizações eclesiasticas. Somos moldados ali em série e conformados a doutrinas várias que nos tornam potenciais defensores de feudos e de seus senhores. As escolas "cristãs" de doutrinamento teológico, tanto a dos "leigos, como a escola dominical, e as de ensino "superior", como as faculdades teológicas, vieram a se tornar centros de lavagem cerebral em nome da Fé.
Há uma verdadeira ditadura de pressupostos que impõe hoje em dia, limites à comunhão que se poderia ter pelo simples fato de que, a partir da minha identificação como cristão, seguir-se-á, uma sondagem do terreno para que se saiba em qual galho da árvore eu estou sentado.
Se eu, numa conversa informal, disser que não creio no Arrebatamento, como 90% dos crentes de hoje acreditam, já ficarão com um pé atrás comigo. "Xiiiii...." Se, logo em seguida, ao ser sondado sobre a importancia de ser dizimista fiel, eu declarar que acredito que não somos obrigados pela Lei de DEUS a dar dízimos no ministério presente, 98% vão me torcer o nariz.  Se a conversa for adiante, o que duvido, pois conviver com opiniões divergentes não é o forte dos evangélicos, e alguém quiser saber em qual denominação congrego, ao que responderei que não estou ligado a nenhuma por questão de consciencia, sofro o risco de uma excomunhão pública. "Queima...Tá desviado!"
Se somos tão pouco tolerantes uns com os outros em questões tão medíocres como esperamos reagir nas questões realmente espinhosas, como acolher o fraco e o pecador sem preconceitos? Se resolvemos nossas diferenças segregando uns aos outros como pregar o perdão e a reconciliação? Se há tão pouco respeito às opiniões e práticas uns dos outros como esperamos que o mundo nos veja? 
Essa questão na verdade, demonstra que os evangélicos não entenderam algo mais profundo e que vai além da letra, a qual acreditam conhecer bem. Não entenderam o Espírito que governa a letra e dá seu verdadeiro contexto. Ou quem sabe, o que é até pior, chegaram a entender, mas transigiram no cumprimento da realização da Sua vontade. A verdadeira base da comunhão cristã, a única expressamente declarada no novo Testamento e a única capaz de construir algo REAL, não são dogmas, doutrinas, interpretações, visões, declarações,  estatutos, organogramas, metas, etc, etc...Mas UMA PESSOA CHAMADA JESUS CRISTO. 
O verdadeiro Espírito Santo que procede do Pai não nos revelará nem pode nos mostrar outra que não seja O FILHO DE DEUS. Essa é a sua missão entre nós. Por isso, não aceito dogmas ou doutrinas que tentam interpretar a Escritura e que aparecem vez por outra como uma "Revelação do Espírito mais completa do plano de DEUS para hoje", pois não passam de esquemas elaborados pela mente humana mas que nunca chegam ao centro da questão. Foi assim que surgiu cada grande ramo pseudo-cristão que temos hoje no mundo, como as testemunhas de jeová e os mormons, sem esquecer os adventistas. 
Quando o Espírito Santo nos desconecta dessas "meias-verdades" e passamos a nos ocupar da COISA-REAL, algo começa a acontecer, algo começa a se desprender dentro de nós e Ele pode nos guiar a Verdade. A Verdade somos nós em relação a Ele, e Ele a nós e todas as coisas se tornam relativas a isso, tudo deve estar subordinado a isso. Tudo o mais é menor do que isso. 
O que geralmente acontece com alguém que se "converte" numa denominação, eu mesmo já presenciei isso muitas vezes e pode-se dizer que aconteceu comigo também, é que a maioria chega ali querendo algo com DEUS, procurando algo que o preencha, desejando uma mudança em seu viver. A grande maioria vem e uma religião na qual só ouviram falar de JESUS mas gostariam de conhece-lo melhor. Então, Cristo lhes é apresentado na pregação evangelística de um modo vivo e vibrante e a pessoa vem a conhecer suas promessas num nível mais pessoal e sente que deve se render a Ele. É como a emoção de um verdadeiro encontro com Ele, as pessoas vão às lágrimas e se abrem totalmente e passam a ter consciencia de que podem se achegar a Ele em oração, procura-lo diariamente em adoração e que, a cada encontro, poderá ser conformado a Ele, à sua imagem e semelhança. Isso é realmente verdadeiro. Todos devem almejar um relacionamento íntimo, pessoal e intransferível com DEUS e seu Filho, através do Espírito Santo. Isso e bíblico e é para isso que Ele se manifestou. 
Mas, em verdade, penso que as pessoas não são tão estimuladas a isso, a desenvolver esse tipo de relacionamento espiritual. Na verdade, não são ensinadas sistematicamente nem estimuladas a isso. Na verdade, a primeira coisa pouco espiritual que o recém chegado vai notar é que ele tem que preencher uma ficha com seus dados para constar do rol de membros da igreja local. Logo após, começa o processo pelo qual o cidadão vai ser conformado ao padrão vigente no local através de um sistema de ensino que consiste em receber toneladas de informações e instruções: curso para o batismo, discipulado, escola dominical e horas e mais horas de preleções nos cultos, mas poucos minutos de conversa franca com os irmãos e líderes, e nenhum tempo para expor dúvidas ou receios, exceto nas "audiencias" concedidas pelo "pastor" em seus gabinetes, onde ele se senta à sua frente e o ouve como um psicólogo e como um conselheiro profissional encerra a questão com um conselho edificante, perfeitamente bíblico e frio como um presunto e impessoal como um operador de telemarketing.
Perceba que o enfoque foi ligeiramente mudado e voce foi levado a se distrair do principal. Aquele JESUS do início, tão presente, tão real, vai dando lugar a um monte de coisas periféricas quanto mais você se dedica a "trabalhar para Ele"? Não é irônico? Marta andava atarefada com os preparativos (em grego litourgia) ao passo que Maria deixava um pouco o ativismo de lado para somente ficar aos pés. Aos poucos outras coisas vão sendo colocadas no lugar Dele e já não sentimos seu jugo suave e seu fardo leve, mas o fardo e o jugo de homens.
Diante dessas e outras coisas, já há algum tempo abdiquei de ser chamado "evangélico" e todas as implicações dessa palavra por não comungar com muitas de suas práticas e costumes. Quero voltar aos primeiros tempos, aos dias em que ser chamado cristão bastava. Quem sabe, até mesmo a palavra cristão não seja boa o suficiente. Quem sabe ela tenha sido inventada pelos pagãos de Antioquia como um rótulo pejorativo para aqueles que antes eram simplesmente conhecidos como "os do Caminho" (Atos 9.2). 
Os ocupados do Caminho devem deixar de lado os penduricalhos da religião porque prejudicam o caminhar. Devem aborrecer aquilo que os prendem geograficamente a um lugar, e  como não seria assim se nasceram do Espírito? Os do Caminho aprenderam a ouvir uma única Voz que os guia para longe das distrações e confusões. Acima de tudo, os do Caminho encontram-se pelo Caminho e passam a cuidar uns dos outros em meio a marcha.
Não que não tivessem problemas. Tinham muitos, mas aprenderam  a crescer e amadurecer com eles preservando a unidade essencial (Atos 15), separando o Caminho da cultura dos homens (I Cor. 1 e 2) e estabelecendo o essencial: JESUS Cristo, completo, inteiro, manifesto (I Cor. 3.11).
Quero viver esse nível, quero crer que é possível hoje. Se não encontra-lo, não voltarei a me interessar por modelos pirateados e falseados da Graça, que não nos dão a dimensão exata do caráter que Cristo quer construir em nós individualmente e o sentido do que é a Sua Igreja, coletivamente.

Ps: Encontrei na web uma preleção interessante do pastor Ed René Kivitz, pastor da Igreja Batista de Águas Brancas em São Paulo e uma das vozes mais ouvidas da ala "séria" evangelical brasileira. Vale a pena ouvi-lo pois é um sinal de que onde abundam as heresias, os sinceros começam a se manifestar em prol da Verdade.Sigam o link e baixem o arquivo que é um audio em mp3. 

http://www.4shared.com/file/141583482/b2758779/Ed_Rene_Diferena_entre__Cristianismo_e_Religio.html


5 comentários:

Thiago Mendanha disse...

Brother, desculpa... seu link já está devidamente no "Linkados"

Forte abração! =)

ALDO VIEIRA disse...

Magina, bro. Sou eu quem me desculpo pelo "toque".

Georges disse...

Haha... presbiteriento foi demais!
Aldo, estou postando hoje uma resposta aos seus comentários sobre aquele negócio do dispensacionalismo. Depois dê uma olhadinha.
Abração, brother!
Georges

martins111 disse...

CARTA ABERTA AOS SERES HUMANOS

Precisamos cair na real, não nascemos do excremento. Somos criação de uma mente perversa e sem escrúpulo. Para compreender esta afirmação, basta ver o potencial de maldade que foi depositado dentro de nós. Este criador nos criou com apenas uma intenção, provar ao seu Criador que era capaz. Exatamente pelo mesmo motivo que construímos nossas coisas. Na verdade, buscamos reconhecimento. Mas tem um agravante, este criador perverso, está defendendo uma causa jurídica pessoal, frente a uma corte celestial. Ele alega que foi injustiçado pelo amor daquele que o criou. E está nos usando para contar sua versão dos fatos. Acontece que infelizmente, Ismael representado pelos Árabes e Isaque representado por Israel, são seus principais protagonistas. A mensagem é clara, o filho primogênito, Ismael, representante de Jeová Criador da Matéria, foi desconsiderado diante da comunidade celestial, por um suposto erro no amor de Seu Pai. E o filho Isaque – Jesus, a plenitude do amor do Altíssimo - foi por isso, odiado por seu irmão Jeová, que o matou em seus sentimentos feridos. Como conseqüência, houve uma batalha no céu, os seguidores de Jeová, batalharam contra os seguidores de Jesus. Dessa batalha espiritual, dois terços do céu permaneceu fiel a Jesus, e um terço veio para as trevas exteriores com Jeová. Deu-se assim, o universo físico que conhecemos. Um falso mundo que está rapidamente se extinguindo na imensidão de trevas em expansão. A audiência está marcada é o juízo final. Jeová apresentará os acontecimentos em seu mundo perecível, como prova da sua inocência. Esses acontecimentos formam a história sagrada dos povos que descendem de Abraão. Na última cena desse drama, está a batalha pela primogenitura realizada pelos descendentes de Ismael, contra os descendentes de Isaque. No último momento dessa batalha a humanidade será julgada pelo seu criador. Infelizmente, para os seres dessa natureza, de acordo com Jesus Cristo em João capítulo 16, Jeová, foi vencido em seus argumentos no seu próprio drama. Porque Jesus preferiu morrer a romper com o amor do Pai Celestial, demonstrando que ama seus semelhantes acima de sua vida. Com isso, Jeová Lúcifer, perdeu sua causa e admitiu sua derrota. E como, auto sentença, permanecerá nas trevas exteriores com dois terços dos seres humanos que não conseguiram repetir o feito de Jesus Cristo. Enquanto um terço compreenderá e seguirá novamente para glória com Deus Altíssimo, para a dimensão que não conhecemos, mas que se abrirá em breve para que todos possamos visualizar. Isso acontecerá após a batalha final e o juízo final, quando Jesus nos receberá nas nuvens de forma triunfante (Mateus cap. 24). Por coincidência, esse um terço que está retornando são os mesmos que saíram do céu com Jeová Lúcifer. E os dois terços que nas trevas exteriores ficarão com Jeová, são seus, criados a partir de seu ser, os quais não conhecem o pleno amor de Deus, em Jesus Cristo, nosso salvador e libertador. Eu vou - você não vai?

Portanto, eis os avisos que Jesus tem nos dado: Quem mora em edifício, exija meio de fuga rápido. Porque até o momento final, não ficará um edifício de pé. Porém será progressivo o problema. Quem mora perto de praia, progressivamente o mar tomará todas as áreas baixas e a seu nível. Haverão tufões, furacões, maremotos e todo tipo de coisas horríveis, que acontecerão progressivamente. Quem mora nas terras elevadas serão visitados por raios, chuva de pedra, vendavais e coisas terríveis dessa natureza. Tudo que Jeová já praticou antes e foi relatado nas Sagradas Escrituras, agora será em escala universal. Quanto as guerras, infelizmente, progressivamente iremos ao dilúvio de fogo. Pedimos que visitem nosso blog e nossas páginas para que possam compreender tudo que aqui está escrito. Clique em Martins111.

ALDO VIEIRA disse...

Caramba, cada um que aparece!

Senhor Martins, pelo que entendi o sr. defende o gnosticismo, o que só pode fazer se não conhecer realmente os Evangelhos, ou pior, fizer questão de ignora-los para dar ouvidos a outros "invangelhos".

Senhor Martins, posso citar aqui de modo sucinto algumas razões bíblicas para que o senhor reveja a sua posição.
Primeiro: Evangelho de João 1.14: "E o Verbo se fez CARNE e habitou entre nós..." - como um deus que odeia a matéria, por ser má e diabólica, se embrenha no meio de tanta dela a ponto de tomar uma veste de barro?
Segundo:Lucas 24.39: "Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes QUE EU TENHO." - Não é interessante que Ele não tenha largado seu corpo por aí nem tentado sumir com ele ou com as marcas da cruz sendo o corpo algo tão pernicioso?
Terceiro- Nunca leu I João 4.2 e 3? Foi escrito justamente para refutar os gnósticos.

Senhor Martins, o senhor está no erro mas o gnosticismo não é apenas um erro, é uma obra maligna de inspiração diabólica que pretende atacar a Verdade da Encarnação e da Ressurreição, duas questões centrais na vinda de Cristo.

Não sei se leu algo que lhe interessou neste blog, mas deve estar enganado no seu entendimento, tanto quanto está enganado na sua teologia. Eu sigo a ortodoxia bíblica e ela é isenta de erros históricos e doutrinários. Sou o mais ortodoxo que o mais ortodoxo que o senhor já viu, embora pareça o contrário.

Aconselho ao senhor que aproveite a oportunidade para rever seus conceitos e aceitar o verdadeiro JESUS como Senhor e Salvador do seu espírito imortal e do seu corpo mortal também, que será glorificado para estar junto a Ele na Sua vinda.

Senhor Martins,apesar do senhor se autointitular "ministro" de Jesus Cristo em seu perfil, do modo como se encontra hoje, espalhando doutrinas de demonios por aí, eu tenho um título melhor para o senhor: OBREIRO DA INIQUIDADE.

Sem ofensas, ok? Qualquer dúvida, queira me contatar pelo meu email, pois não postarei novamente tais inutilidades neste espaço.

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