11 janeiro 2010

RECEITA PARA MATAR UM ORGANISMO CHAMADO CORPO DE CRISTO - HIERARQUIA ECLESIASTICA É NICOLAÍSMO MODERNO



SOBRE COMO O NICOLAÍSMO VENCEU - HIERARQUIA ECLESIASTICA - NICOLAÍSMO MODERNO

Apocalipse 2,6 : "Tens, contudo, a teu favor que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio"


Estive meditando muito nos últimos cinco anos, depois da fase inicial de deslumbramento, em como o homem anulou o potencial biológico do organismo vivo chamado Eklesia, preferindo adotar descaradamente cópias de modelos humanos de controle de estruturas sociais (burocracia)e padrões piramidais de hierarquia.
Há algum tempo vinha constatando pessoalmente que a adoção de uma hierarquia eclesiastica é uma idéia estranha ao funcionamento do Corpo de Cristo e só pode ter se originado de mentes nicolaítas que desejam acima de tudo o controle do rebanho de DEUS. Foi uma inovação tão poderosa que até hoje a maioria de nós não consegue pensar em outros termos para se organizar em grupos.

Basicamente, as sementes que geram a destruição do organismo biológico de DEUS na Terra, ou joio, são plantadas logo de início de um modo tão furtivo e inteligente que ninguém percebe o que se dá na verdade.

“Junta-se uma diretoria composta por oito pessoas; depois convoca-se uma reunião para emitir a ata de fundação. A partir daí, basta elaborar o estatuto e registrá-lo no cartório”, ensina. Com este registro, é possível solicitar o cartão do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, o CNPJ, o que pode ser feito até pela internet.
Segundo Rubens, todo o processo é baratíssimo. “Se o próprio interessado quiser fazer tudo, vai desembolsar cerca de R$ 250. Caso prefira contratar um contador, o gasto fica entre 600 e mil reais.” Isso, claro, se o empreendedor não preferir fazer tudo clandestinamente e atuar ao arrepio da lei. Especialista no assunto – ele é autor do livro Legislação para igrejas e entidades sem fins lucrativos, editado pela CPAD –, Rubens Moraes admite que não há como exercer controle sobre quem resolve criar uma igreja. “A lei permite a abertura por qualquer pessoa, mas não pode avaliar os interesses e a seriedade de cada um. Isso abre oportunidades para os aventureiros.” Ele conta que foi procurado recentemente por uma empresária que decidiu colocar uma igreja em seu nome. “Ela construiu, com o seu dinheiro, a comunidade. Apesar de não ser pastora nem nada, ela tem direito de tornar-se presidente da obra.” - fonte Revista Eclesia :http://www.eclesia.com.br/revistadet1.asp?cod_artigos=366

No ato de registrar a "igreja", para oficializa-la como "organização religiosa" (vejam só a utileza) está embutida a idéia da criação de uma diretoria e a instituição do Presidente, exatamente como funciona uma empresa. Já temos aí a instituição de uma hierarquia que tomará as rédeas de toda iniciativa dos membros que se filiarem e definirá os rumos das ações da organização. O organismo que deveria se espalhar e se multiplicar espontaneamente já se encontra sufocado dentro de uma estrutura piramidal de controle.


A história do nicolaísmo remete à primeira geração de cristãos. Alguns especulam que o precursor dessa doutrina antiapostólica foi um dos primeiros diáconos, Nicolau, mas afirmar isso seria uma leviandade. Parece que o apóstolo João,o ultimo remanescente dos doze, enfrentou essa doutrina na figura do bispo Diótrefes, que queria afastar o rebanho do apostolo do Amor, governando as ovelhas com mão de ferro, como está descrito na terceira carta do então já velho apostolo. Ali, João diz que Diótrefes "quer ser o líder".
O nicolaísmo visa o controle do rebanho de DEUS pela força de vontade do homem, que nunca vai gerar um único varão da estatura de Cristo, mas pessoas constantemente dependentes de seus líderes para tudo. O bispo Diótrefes é o personagem mais acabado desse tipo de doutrina que pode ser encontrado nas Escrituras, o qual deseja isolar o povo de Cristo da libertação do verdadeiro ensino apostólico.
O nicolaísmo procurou introduzir a idéia de hierarquia dentro do Corpo de Cristo. Ainda que num primeiro momento a tentativa tenha fracassado pela presença e autoridade dos apóstolos, alguns anos depois os bispos foram cedendo em vários pontos. Entre eles, vemos que paulatinamente foi ocorrendo uma distinção entre clérigos e leigos dentro da Igreja. De repente, o fosso era real. Os responsáveis por guiar o rebanho já não eram pessoas que andavam no meio das ovelhas e tinham coisas em comum com todos, mas pessoas especiais, com prerrogativas especiais e até roupas especiais. Já não se hospedavam mais entre eles mas poderiam ser facilmente encontrados nos lugares especiais de serviço divino, nos templos de pedra tomados dos pagãos. Diferente do SENHOR que poderia ser encontrado ensinando nas praças e nos caminhos, podendo ser abordado até por crianças, esses tipos solenes concedem audiencias em suas salas bem mobiliadas.
Durante trezentos anos o cristianismo se abrigou e cresceu hospedado em casas de paz, que recebiam ao SENHOR na comunhão do lar, mas agora seria conveniente, alguém pensou, tira-lo desse ambiente. Algumas inovações vem e vão, passam por sua inutilidade. Essa inovação, porem, fixou-se em nosso imaginário de tal forma que a igreja, pelo menos a ocidental, não consegue escapar dela e sair e encontrar a liberdade para a qual foi criada.

Hierarquia vem do grego para poder sagrado e tomou entre nós a forma de definição entre as relações do superior e de seus comandados. Como evoca a raiz da palavra, tal autoridade não deve ser contestada por ter origem divina. Os reis de outrora fizeram uso de tal prerrogativa para governar os povos mais facilmente, lado a lado com os representantes dos deuses, os sacerdotes, visto que poucos estavam dispostos a desafiar a ira dos deuses. Evocar uma hierarquia para incitar obediencia e anuência desde então, significa evocar uma ordem divinal e encerrar logo uma questão em sua raiz.

A idéia básica de hierarquia surgiu da necessidade natural de organização dentro das mais rudimentares instituições humanas, como família e em seguida clãs e tribos. Ela visa dispor corretamente as funções de cada parte dos membros de uma sociedade de modo que cada um saiba qual a parte que lhe compete e quem, em última instância, tem a palavra final. Organizar para ser mais eficiente e mais fortalecido diante dos desafios da sobrevivência parece ter sido a prioridade do homem desde o início. Mas, como sempre acontece, a idéia de orgaização sempre evoca uma liderança, de figuras que se destacam por serem mais dinãmicas e carismáticas, as quais facilmente, como vemos em toda História, torceram o ideal do coletivo para estabelecer um ideal de satisfação própria.

A idéia de uma hierarquia quando se fala de organização parece tão natural que alguns dirão que é impossível fugir dela se queremos um mínimo de organização em qualquer tipo de sociedade humana. Podemos transferir isso naturalmente e de modo semiconsciente para dentro de uma comunidade cristã sem meditar o suficiente sobre em que medida tais fundamentos são aplicáveis ao Reino de DEUS. Digo semiconsciente porque desejamos, como deuses falidos que fomos feitos pela Queda, o controle da obra, mas também desejamos que o Reino se manifeste. Não atinamos completamente sobre as implicações espirituais de nossas escolhas sobre como guiamos o rebanho. Estou convencido de que o nicolaísmo está arraigado nas estruturas eclesiais que se apresentam hoje, assim como o templo de pedra exige um sacerdote que o administre em tempo integral e impostos para mante-lo.

Vamos às ressalvas.

Alguém mais afoito dirá: "Mas onde ele quer chegar? O fim da hierarquia significa somente o inicio da Anarquia, da desordem ..." Não advogo o caos, a desordem , ou a simples ausência de qualquer organização. É preciso que haja ordem, como assevera Paulo, mas aquilo que vem sendo entendido como organização e ordem tem sido amplamente usado já há um bom tempo como instrumento nas mãos de lobos devoradores que acima de tudo desejam poder, lucro, projeção pessoal e a construção de impérios comerciais. Não há dúvida que o nosso modelo é uma cópia do modelo americano que pensa em primeiro lugar em sucesso de massa. O boom dos televangelistas nacionais é o maior fenômeno da TV da ultima década, mas, como provado nos EUA por volta dos anos 50/60, não devemos esperar dele muita coisa. Aquela nação não tem um despertar espiritual legítimo há muito tempo e não se pode esperar aprofundamento espiritual de ministérios movidos por campanhas que promovem resultados instantaneos.Templo cheio nunca foi sinônimo de intimidade com DEUS.Não queremos criticar por criticar, mas apontar desvios e proclamar que DEUS nos espera ao retomarmos as veredas antigas.

Ninguém sabe direito o porquê mas negligenciamos sem pestanejar outros modelos mais próximos da realidade apostólica inicial, como é o caso do modelo chinês, que não apenas sobrevive mas se multiplica debaixo de perseguição. Deve ser porque não há nele nem um traço de soberba e culto à personalidade.Um chinês, chamado entre nós por Watchman Nee, teve seus escritos coligidos e publicados no Ocidente com grande estardalhaço. Mesmo sem receber o "título", Nee foi um apóstolo da China. Seu ensino está a milhares de milhas daquilo que ouvimos geralmente dos pregadores ocidentais. Não vemos fórmulas, leis, praticidade.Seu ensino é somente sobre JESUS Cristo. Como vive-lo, como absorve-lo, como manifesta-lo ao mundo, geralmente num contexto de Corpo, de "um para com o outro". Nossa mente ocidental, diabolicamente egoísta e pragmática, pensa que a Igreja é um local que se frequenta para arrancar coisas, bens, das mãos de DEUS em beneficio próprio.E essa mentalidade começa nos lideres, pastores, apostolos e presidentes de denominações que desejam encher seus templos para satisfazer a vontade de fazer um nome para si, um nome notório na sociedade.

Desde de que se admita que a Palavra escrita de DEUS diz que Ele estabeleceu os governantes das nações, suas leis e soberanos além de uma forte instituiçao organizada no A.T. para administrar o tabernáculo e as coisas santas pode-se facilmente ver nosso DEUS como um defensor de toda ordem hierarquica. Facilmente, podemos chegar a conclusão de que a Eklesia de Cristo também herda os mesmos príncipios hierarquicos comuns a todas as sociedades humanas bem como das rígidas formas veterotestamentárias de culto. Tem muita gente tirando doutrina nos dias de hoje das coisas praticadas pelos sacerdotes em Levítico. Ledo engano.

Lembre-se que DEUS deu leis e soberanos aos povos como única forma do homem natural, inclinado para o mal, não regredir totalmente ao estado de bárbarie, mas não foi essa a Sua vontade para o povo de Israel, como descrito em I Samuel 8. Fica claro que o desejo do SENHOR JESUS era que Ele mesmo reinasse sobre Israel e isso só seria possível se os israelitas tomassem consciencia de que deveriam se submeter integralmente ao seu senhorio e depois uns aos outros como família espiritual.O sacerdócio levítico é, antes de tudo, uma questão de função, não de ordem.

Nas sociedades antigas, a pirâmide social hieráquica permaneceu firme desde o inicio da civilização, com o poder dos sacerdotes outorgando poder aos reis divinos e uma classe de guerreiros logo abaixo, mas em Israel, essa ordem foi subvertida. Durante cerca de 355 anos, depois do período de Moisés e Josué, não se falou em sucessão desses grandes homens e isso nem sequer foi cogitado,e Israel foi governada por uma figura estranha às sociedade de então: o juiz. O juiz não era um sacerdote levítico mas um homem, ou, de modo excepcional e extraordinário para uma sociedade patriarcal, uma mulher, como Débora, levantados pelo SENHOR não como legislador, mas como catalisador do povo em situações extremas de sofrimento e subserviencia. Eles nunca foram instituidos formalmente e nem oficializados como ministério. O SENHOR esperava que seu povo amadurecesse por sua Lei e , mas ele permanecia inútil para Ele. Que tipo de povo surgiria na História se as tribos levassem a sério aquela história de Exodo 19, 6 e cada um assumisse sua porção do sacerdócio, exercendo sua função com zelo para que todos pudessem desfrutar da habitação de DEUS em seu meio, o qual reinaria entre eles de modo efetivo?

Com efeito, a história de Israel é um constante caminhar para longe da vontade expressa de DEUS, pois após rejeitarem ouvir sua Voz, também rejeitaram seu governo, desejando um rei como todos os outros povos da Terra. Tudo se passa como se o modelo de DEUS fosse um modelo participativo. Não me parece por acaso que DEUS levou Moisés para a corte do faraó, na qual foi educado. Ali, ele deve ter aprendido sobre legislação, de modo que, as semelhanças entre as leis dos hebreus com a de outros povos antigos pode ser melhor explicada. DEUS queria ouvir seu povo. "Diga-me, Moisés, que leis justas vamos dar a esse povo? Quero ouvir sua opinião!Da minha parte, creio que o AMOR a mim e ao próximo seriam suficientes. O que você acha?"

Quando o povo murmurou por um rei, o SENHOR aquiesceu mas expressou seu descontentamento de que fosse assim e mandou Samuel alerta-los como realmente seria:

6 Porém esta palavra não agradou a Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos governe. Então, Samuel orou ao SENHOR.

7 Disse o SENHOR a Samuel: Atende à voz do povo em tudo quanto te diz, pois não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele.

8 Segundo todas as obras que fez desde o dia em que o tirei do Egito até hoje, pois a mim me deixou, e a outros deuses serviu, assim também o faz a ti.

9 Agora, pois, atende à sua voz, porém adverte-o solenemente e explica-lhe qual será o direito do rei que houver de reinar sobre ele.

10 Referiu Samuel todas as palavras do SENHOR ao povo, que lhe pedia um rei,

11 e disse: Este será o direito do rei que houver de reinar sobre vós: ele tomará os vossos filhos e os empregará no serviço dos seus carros e como seus cavaleiros, para que corram adiante deles

12 e os porá uns por capitães de mil e capitães de cinqüenta; outros para lavrarem os seus campos e ceifarem as suas messes; e outros para fabricarem suas armas de guerra e o aparelhamento de seus carros.

13 Tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras.

14 Tomará o melhor das vossas lavouras, e das vossas vinhas, e dos vossos olivais e o dará aos seus servidores.

15 As vossas sementeiras e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais e aos seus servidores.

16 Também tomará os vossos servos, e as vossas servas, e os vossos melhores jovens, e os vossos jumentos e os empregará no seu trabalho.

17 Dizimará o vosso rebanho, e vós lhe sereis por servos.

18 Então, naquele dia, clamareis por causa do vosso rei que houverdes escolhido; mas o SENHOR não vos ouvirá naquele dia.

19 Porém o povo não atendeu à voz de Samuel e disse: Não! Mas teremos um rei sobre nós.

Para mim, fica estabelecido que não veio da parte de DEUS uma rígida hierarquia clerical nem mesmo no A.T., mas um simples principio de funcionalidade pela escolha pessoal de DEUS pela tribo de Levi. A função especificada não lhes dava privilégios de posição mas maiores responsabilidades. A escada descendente de importancia dentro do Reino de DEUS já está estabelecida, ou seja, quem quiser ser grande, seja o primeiro a servir.

Ademais, o ministério profético dos juízes e homens como Jeremias e Elias brotavam espontaneamente para colocar em perspectiva o ensinamento dos sacerdotes toda vez que a religiosidade ocupava mais espaço que o devido como se o SENHOR desafiasse os limites daquilo que eles entendiam por sagrado.

A concepção ritualistica adotada pelo clero romano guarda algumas semelhanças com o modelo levítico quanto ao cerimonial e as várias abluções, mas sua rígida organização hierarquica não foi herdada de nenhum modelo veterotestamentário. Antes, foi copiada do modelos disponíveis no mundo pagão e das religiões estatais do Egito, Babilônia, etc. Sobretudo, tentando de alguma forma reproduzir o sacerdócio arônico em alguns aspectos, por ser esse somente figura e símbolo do verdadeiro sacerdócio que viria, torna-se um sacerdócio sem alma e desvinculado do Rio das Águas Vivas prometido para a presente dispensação de DEUS através do Corpo de Cristo.

Explico melhor: o sacerdócio arônico é o sacerdócio imperfeito de pessoas que tem que se purificar continuamente para ministrar algo ao povo; feita a purificação ele pode sacrificar pelo povo, mas depois, ao sair daquele lugar, não pode levar consigo a santidade, pois continua impuro aos olhos de DEUS. Veja Ageu 2,12: " Se alguém leva carne santa na orla de sua veste, e ela vier a tocar no pão, ou no cozinhado, ou no vinho, ou no azeite, ou em qualquer outro mantimento, ficará isto santificado? Responderam os sacerdotes: Não". Por isso, Paulo chama o ministério levítico de "ministério da morte" e da "condenação", pois serviu para apontar o pecado no homem, sem cura-lo totalmente.

O SENHOR JESUS mudou-nos para outro ministério, o de Melquisedeque, o ministério do sacerdócio integral do crente, não restrito às coisas santas do Templo, que não se contenta em chamar as pessoas para vir mas vai ao seu encontro no deserto como fez com Abraão em Genesis 14.

Será que podemos vislumbrar entre os evangélicos algo parecido?


MESSIANISMO, CULTO A PERSONALIDADE E LUTAS PELO PODER - A CONFUSÃO E A IDOLATRIA EVANGÉLICA

Penso que podemos constatar alguns desvios muito comuns nos dois lados. Talvez o mais evidente seja a carga teatral que envolve todo tipo de serviço religioso. O "sacerdote" é levado a uma posição proeminente diante de todos e ele deve se converter no centro das atenções, no catalisador. Há um palco para o púlpito e para os músicos( outra espécie de sacerdócio especial hoje em dia, não à toa frequentemente chamados de "levitas"), luzes e microfones para ajudar a apresentação. As pregações converteram-se em verdadeiras peças bem montadas de monólogos com o intuito de promover a imagem do pregador em figura popular. Alguns esmeram-se mais que outros na mis-en-scene (palavra francesa para encenação) e criam uma atmosfera bastante emocional no meio da "igreja". Onde houver um palco, microfones , cameras e um público receptivo estará aberta a possibilidade de uma pessoa eloquente e convincente, que saiba usar, mesmo que intuitivamente, recursos de linguagem, atuar como um sacerdote com um sacerdócio simbólico, ou seja, algo desvinculado da sua própria vida particular, a qual poucos conhecem realmente fora do âmbito eclesial, na qual ele encarna um personagem mais santo, no qual as pessoas acreditam mais que um cidadão comum por causa do aparato que o cerca.

A maioria de nossos pregadores e músicos profissionais( as duas principais castas existentes no meio) sofrem da doença de endeusar púlpítos e palcos como algo essencial ao exercício de seu "ministérios", elevados a centro e altar de suas vidas. Pessoas mais perspicazes já me afirmaram que se sentem num teatro quando vão a uma "igreja" e sentam ali para ouvir o pregador e suas verdades. Tudo parece muito correto, tudo certinho e bem produzido, mas algo continua faltando. Seria credibilidade? Autenticidade? Cada vez mais as pessoas vão exigir que as pessoas que falam do AMOR DE DEUS não o façam apenas de lábios e não vão aceitar facilmente que a pregação seja desvinculada de exemplos enfáticos de que tal pessoa vive efetivamente nessa dimensão.

Durante o tempo em permaneci dentro de uma estrutura eclesiastica, sofri muito com isso. Como sequer falar do AMOR DE DEUS se não vivemos essa dimensão entre nós mesmos, como se não nos importássemos em nos conhecer realmente como irmãos cultivando tais vínculos?

Estou convencido de que adotamos padrões e medidas baseadas em premissas bastante humanas e, por isso, diabólicas, para aplicar ao CORPO DE CRISTO, medidas essas que pertencem àquilo que Paulo chama de "rudimentos do mundo", em passagens como Efésios 2.2 e Colossenses 2.8, as quais estão em oposição frontal e irreconciliável com os princípios do Reino dos Céus.Tais rudimentos se manifestam na forma de uma hierarquia burocrática que prende a atuação do ESPIRITO SANTO e não equipa realmente os santos,além de perpetuar a atração do ser humano por vaidades inúteis para o Reino de DEUS, como aceitação e vanglória.

Segundo Howard Snyder, coordenador pastoral do igreja Metodista Livre de Irving Park, Chicago, num artigo escrito para a Christianity Today, ainda em 1983, o cristianismo foi cunhado como um modelo comunitário que deveria servir como modelo de "contracultura". Em suas palavras, "minar a vida comunitaria da igreja é destruir a melhor esperança de comunidade no mundo, a melhor chance de reconstruir a comunidade na sociedade. Quando a igreja é uma comunidade genuina experimentado verdadeira koinonia, é a mais potente fonte de vida comunitaria...Isto não era meramente um avivamento, era uma revolução social. Quando a igreja deixa de se opor à cultura dominante naquele ponto onde esta cultura presta homenagem a deuses estranhos, ela está funcionando como subcultura e não contracultura...Muitas vezes o conceito que a igreja tem de comunidade é assustadoramente superficial...Perdeu as dimensões profundamente sociais, economicas e politicas da koinonia neo-testamentária...Comunidades cristãs que ousam seguir uma alternativa sócio-política constituem um desafio político ao estado vigente e estão sempre em perigo de perseguição ou extermínio...Se a igreja é vista primariamente como instituição, seu ministérioserá em grande parte institucional e orientado para programas, mas se é vista com comunidade, seu ministério vais ser orientado para pessoas, conscentrando-se na edificação de estruturas de interação humana - família, igreja, vizinhança - estruturas que estão sendo minadas hoje...Ela precisa explora modelos de famílias ampliadas para que cada lar verdadeiramente seja uma igreja e a igreja seja uma família". Howard ainda fala que perdemos a característica de um movimento ao optar por macroestruturas ao invés de microestruturas. Enfim, quanto mais desejamos ser vistos, menos nos tornamos relevantes na esfera da vida na qual o SENHOR fundou a sua Igreja e espera em que ela atue ainda hoje.

Um eco impressionante disso tudo pode ser encontrado nas palavras escritas por Wolfgang Simson anos mais tarde, em 1999: "Até o momento o cristianismo atualmente não constitui um contraste para isso (falando sobre os rudimentos do mundo pós-moderno como autosatisfação e falta de engajamento), mas em muitos países ele é simplesmente inócuo e gentil demais para ser digno de perseguição". Ecos...Ecos sobre o abismo. O que você espera ouvir se mandar uma mensagem como essa à beira de um abismo: "Eeeiiii..O que o ESPÍRITO está dizendo às igrejas"?

Curiosamente, ao pesquisar mais sobre estruturas piramidais, acabei encontrando um eco muito forte daquilo que acredito ter sido a tônica do movimento da igreja primitiva, ou seja, uma forte ênfase comunitária e uma organização descentralizada de orientação horizontal.

Numa entevista recente a um site da internet, o jornalista Cássio Martinho, consultor em gestão de redes para uma série de instituições governamentais e ONGs, autor do livro “Redes – uma introdução às dinâmicas da conectividade e da auto-organizações”, e uma das principais referências nacionais sobre o tema, discorreu sobre os elementos essenciais para que se tenha uma rede efetivamente. Talvez alguns ouçam um eco de coisas que ouviram em algum lugar: "O primeiro aspecto é a conectividade. Pode parecer óbvio, mas temos que prestar atenção que uma rede exige conexões ativas. É preciso que as pessoas acionem as conexões que existem...O segundo aspecto fundamental é a maneira de organizar estas conexões, e aí a horizontalidade é o aspecto mais importante. Uma rede só é rede na medida que mantém conectados os atores de uma forma horizontal e não de uma forma piramidal hierárquica. Nesse sentido a cooperação é potencializada garantindo-se autonomia de cada um dos atores constitutivos da rede se o modelo gerencial e organizacional apostar na não hierarquia. E o terceiro aspecto é a ação das pessoas, até porque, na verdade, redes são conexões ativas, organizadas de maneira não hierárquica, acionadas pelas pessoas" O cristianismo original era uma rede interligada por pessoas conectadas umas às outras por laços comunitários e fraternos expressando ao mundo a força de um movimento de contracultura e não uma corporação em que a ênfase recai na meritocracia.

Lembremos de Hebreus 5, 12 a 14:

"12 Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres pelo tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido.

13 Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança.

14 Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal."

As "igrejas" estão repletas de adolescentes espirituais, meros fazedores de coisas sem importancia e "artistas" de púlpito, que não podem ser edificados à estatura de varão perfeito porque foram edificados na medida de homens imperfeitos que brincam de "homem de DEUS" enquanto vão buscando se realizar pessoalmente, seja como pastor, pregador ou líder. Não admira que a maior parte das denominações tenha que dedicar uma boa parte de seu tempo para resolver os problemas que surgem dos melindres e ciúmes entre membros.

Não é de admirar a quantidade de novos "ministérios" que surgem a cada momento. Será difícil ver que o fruto nunca será diferente da árvore que o originou? Homens carismáticos, eloquentes e dotados de grandes talentos para liderar crianças na fé, encantados com os holofotes dirigidos ao pulpito, devem gerar que tipo de líderes? Dificilmente tais pessoas, que aprenderam tudo que sabem observando a atuação de outros dentro da estrutura piramidal de hierarquia, aprenderão a ser democráticas ou desejarão ouvir uma opinião contradizente, mas trabalharão como se faz na política, buscando influencia, tentando neutralizar a oposição e ganhar apoio numérico até alavancar-se à posição de poder. Como amostra disso causou repulsa recentemente a exposição na mídia da disputa pelo poder que se dá nos bastidores da CGADB (entre os pastores Samuel Câmara e José Wellington Bezerra) e isso foi apenas um exemplo tornado público.

Quando ressaltamos que o cristianismo original era mais parecido em sua forma de atuação com as redes do que com as estruturas organizacionais encontradas atualmente devemos estar cientes tambem que nem mesmo ali será prescindido algum tipo de liderança, mas o segredo do sucesso do modelo está na forma como essa liderança é moldada e exercida. O caráter da liderança é horizontal, isto é, não há uma escalada rumo a uma posição proeminente em meio ao rebanho, pois todos serão irmãos exercendo diferentes dons para edificação mútua. O segredo disso está no modo como se entende palavras como "pastor", "bispo", " apóstolo", "profeta", "mestre", etc...Há uma mentalidade de empreededorismo graçando entre os líderes das "igrejas" evangélicas. Com suas mentalidades práticas de pessoas acostumadas a organizar as coisas e ativar pessoas a partir de estruturas, textos como Efésios 4.11 e I Coríntios 12.28 são transformados no organograma de toda estrutura hierarquica que se pretende ver numa "igreja" do Novo Testamento. Mas será que isso foi mesmo feito para ser assim? E se, ao invés de ORDEM HIERÁRQUICA víssemos somente PRINCÍPIO ATIVO, A SEIVA DA ÁRVORE DA VIDA alcançando todos os seus ramos?








O REMÉDIO DE DEUS PARA O NICOLAÍSMO - Os dons não seriam mais títulos pelos quais os homens barganhariam mas simplesmente, como me parece lógico, o SENHOR JESUS no meio da Sua Igreja se manifestando por meio de cada um dos seus membros. Nesse contexto, longe de todo aparato, de todo glamour que o título parece dar, o que seria um apóstolo?Certamente, um líder mas não como nos acostumamos. Ele não manda, ele serve. Ele não fica atrás de uma mesa, mas se confunde entre os trabalhadores da seara. Mas qual sua função? Parece obscuro hoje em dia, mas parece claro como dia nas Escrituras que o apóstolo é um trabalhador itinerante com tarefa específica: plantar igrejas, ou seja, formar pessoas capazes de sustentar uma congregação de salvos. Parece-me inútil a figura de um apostolo que não se move. Seria mais apropriado chama-lo de "zelador de prédio". Paulo plantava,confirmava os irmãos, outro irmão vinha e regava, depois Paulo voltava e fazia algumas correções e ...Tchau, a congregação deviam estar pronta para novos voos, como filhote de águia que já aprendeu a se virar. Um detalhe: Onde estava a hierarquia se nem conseguiam ver quem mandava mais, se Paulo, ou Cefas ou Apolo, como vemos em I Cor. 1.12?

E o ministério do profeta? Paulo exorta em I Coríntios 14,31 para que todos profetizem, mas com decência e ordem, um depois do outro, que fale dois ou três profetas e outros presentes julguem o que foi falado. É importante dizer que Paulo está se referindo a uma reunião normal da Igreja, onde cada um contribuía com salmo, doutrina, revelação, língua e interpretação(I Coríntios 14,26). Nada mais diferente de hoje. Profetizar não é uma função exclusiva de um dignatário honrado mas a prerrogativa de uma comunidade que guarda o testemunho de JESUS, que é o espírito de profecia (Apoc. 19,10). Ser conhecido pelo título de profeta diante de todos, num contexto como esse, não é mais importante que ser bom marido ou bom pai e ter um bom testemunho diante da Igreja.

O que seria um bispo ou presbítero senão alguém que abriu sua casa para receber a igreja? Não é esse o contexto histórico exato do primeiro século?

O ministério do mestre, de ensino, é deveras importante, tanto que o ministério de JESUS foi ocupado em sua maior parte pelo ensino. O mestre, mais do que extrair verdades bíblicas do texto sagrado, deve ser um mestre na arte de viver a vida com Sabedoria, dando exemplos vívidos de como aplicar esse ou aquele conselho no cotidiano. Eu amo o livro de Provérbios, porque foi escrito como se um mestre ensinasse seu discípulo a guiar cada passo seu com prudencia, desviando-se do mal. Ali eu aprendi que Sabedoria é "Chokmah" , que envolve habilidades em diferentes campos como a guerra, administração e ética. Resumindo, a Sabedoria é a capacidade para viver com plenitude. Na verdade, quando chegamos a DEUS estamos totalmente confusos sobre qual o próximo passo a dar, precisamos de um tutor para nos ensinar o primeiros passos pois somos em tudo semelhantes a crianças recém-nascidas. DEUS quer que seu povo se torne sábio na arte de viver e se relacionar uns com os outros. Não basta que alguém nos dê estudos sobre como se dará o "arrebatamento", sobre as sete semanas de Daniel 9 ou sobre a planta do tabernáculo e nos faça decorar versos bíblicos. TEmos que ter nossos padrões constantemente confrontados pelos padrões de DEUS. Alguém que viva segundo esses padrões e nos confronte com sua vida pode ser algo chocante. Alguém assim pode se candidatar a mestre.

Temos poucas dúvidas sobre o evangelista e o pastor porque nos achamos familiarizados com os termos. Já vimos muitas pessoas chamadas assim. Mas e os outros dons citados por Paulo em I Corintios 12,28? Alguém já viu alguém ser chamado de "operador de milagres" ou "socorrista" ou ainda "intérprete de línguas estranhas"? Há mais alguns dons listados em Romanos 12, entre os quais o de exortar. A alguém já foi dito que é um "exortador"? Já ocorreu a alguém que temos feito uma tremenda confusão com os termos?

Os "dons", que frequentemente confundimos com ministério individual, a vocação do indivíduo, não deveriam designar castas diferentes em nosso meio mas somente capacitação para tarefas específicas dentro do Corpo. Somente ofendemos o Espirito Santo de DEUS tornando-nos "donos", nos declarando proprietários de seus carismas. Tenho para mim, que Paulo expressa seu real desejo para os coríntios em I Cor. 12 29 e 30 quando diz que todos já deveriam ser apóstolos, profetas, mestres e operadores de milagres, entre outras coisas. Isso não é mera retórica ou figura de linguagem ou uma pequena ironia dele. Ele estava falando da Igreja que se torna um varão perfeito nas mãos do Espírito Santo, onde todos estão cientes de que podem ser usados por DEUS da forma como Ele desejar. A Igreja Total, onde Cristo é tudo em todos. As vaidades inócuas e o sectarismo foram deixadas de lado por pessoas amadurecidas espiritualmente e alteradas em seu DNA.

Tudo deveria ser resolvido através de submetermo-nos uns aos outros em amor, irmãos maduros guiando outros a se tornarem como eles e ainda além deles, sem paixões e escolhas pessoais, ou ciúmes.

Vejo esse princípio estabelecido quando Paulo endereça suas cartas não a personalidades proeminentes nas comunidades mas simplesmente a igreja como um todo e a todos os santos dali. Não se vê menção de que endereçou algo ao fulano de tal, pastor titular, presbítero local, papa, primeiro em honra e etc, etc...Isso seria de se esperar se as coisas fossem vistas antigamente como as vemos hoje.

Temos que admitir que, se nosso discurso deve se ater ao que está escrito e que desde a Reforma procuramos nos aproximar cada vez mais do cristianismo original, a próxima fase no leva a abolir sistemas aparentes de controle e adotar formas mais brandas e inaparentes, não inoperantes, de organização. Alguém já disse que "controlar é bom, mas confiar é melhor". TEmos que readquirir a confiança de que DEUS espera que nós confiemos mais uns nos outros. Ele confiou em nós, o que significa que teve FÉ em nós, que poderíamos entender e levar adiante o sonho de uma família abençoada em Abraão.

A base sobre a qual o SENHOR JESUS fundou a Sua Igreja não é outra senão Relacionamento, exatamente como está descrito em João 1.39 e Atos 2.46.
Com frequencia ouço vozes proclamarem: "A igreja de Jerusalém nunca voltará!Passou, já era! Saudosistas é o que essas pessoas são!", como se o remédio recomendado fosse resignar-se e viver um simulacro de glórias passadas e estivéssemos fadados a conviver cada vez mais com o secularismo e com a mediocridade. Nesses casos, fico pensando em quem afirmou isso, quais as razões de sua veemencia e vejo um espirito babilônico se movendo ali. É óbvio que tais pessoas defendam suas posições pois o ideal da volta dos remanescentes à Jerusalém é um perigo por si só para os ocupantes dos primeiros lugares nas hierarquias eclesiais. Eles levantarão suas potentese influentes vozes contra tudo que se move para fora do seu raio estreito de visão. Dirão: "Hereges!", "Endemoniados!"; "Falsos Profetas!".

Como já dissemos, o cristianismo é a visão dos vencidos, dos derrotados, dos difamados e dos perseguidos em seu próprio lar ou nação e época. Somos anabatistas, valdenses, pentecostais, carismáticos, apostólicos e proféticos. Somos herdeiros daqueles que foram perseguidos e julgados em sua própria época por apostar que a vontade do SENHOR passava de largo ao desejo dos mais proeminentes. A História prova isso.

Fatalistas, na melhor das hipótese, é o que são tais pessoas, por julgar que DEUS não pode trazer seu povo de volta às suas raízes, quando é isso que Ele tem provado que quer fazer, nos fazendo redescobrir fundamentos a muito esquecidos em Sua Palavra, como a justificação pela fé, o batismo no Espirito, os dons para o serviço e o ministério do apóstolo. O que falta para redescobrirmos? A IGREJA como FAMÍLIA que se ama e mostra ao mundo o AMOR DE DEUS em seu meio! Algo muito mais poderoso que mil catedrais juntas!!

Na pior da hipóteses, porém, tais pessoas são covardes com medo daquilo que DEUS trará e se escondem com medo que suas obras sejam provadas e se ache madeira, feno e palha diante DELE.
Humildade, simplicidade, mansidão são qualidades bem opostas ao orgulho, soberba e vaidade. Será que as desejamos como virtudes que possam despertar o interesse do mundo? Ao ver tantos seduzidos pelo fausto e pelo espalhafato, em demonstrar grandeza através dos números e através da arquitetura colossal dos megatemplos, em discursos grandiloquentes via-satélite, vejo que não queremos outra coisa senão fazer qualquer coisa para sermos aceitos, para sermos vistos e apreciados, para sermos pop, para que o mundo nos engula com casca e tudo, aplaudindo de pé nossos cantores e televangelistas. Queremos dizer que não somos mais os patinhos feios, que chegamos lá, ao topo da cadeia alimentar, no topo da montanha, somos um sucesso. Essa mania por grandeza e por aparecer bem em público me parece mais com complexo de rejeição de adolescente. Pode ser que, agora que chegamos lá, que acontecemos no mainstream, que estamos no topo do monte, comemorando efusivamente, possamos ouvir agora, e somente agora, O SENHOR dizer: "Filho, dá pra parar de brincar de gospel agora e dar atenção àquilo que realmente importa pra mim?"

2 comentários:

Pastoragente disse...

Graça e paz!
Estive aqui para conhecer seu Blog e quero lhe parabenizar por esta bênção. Já me tornei sua seguidora.
Deixo meu convite para que dê uma passada lá no PASTORAGENTE.BLOGSPOT.COM., onde exponho da forma mais divertida e realista possível, as histórias de uma pastora comum como eu.
Se quiser seguir o blog será uma honra para mim.
Que 2010 seja uma bênção, com muita saúde e graça do Pai.
Abração!!!

Anônimo disse...

Nicolaísmo é um tema muito bem explicado por William Branham em seu livro "as eras da igreja".
Estou de acordo com o irmão, nicolaísmo é o primeiro câncer na igreja e deve ser extirpado, porém so O SENHOR, o poderá fazer. Isto tem dominado o cristianismo.
Nenhum eleito se perderá.

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