21 dezembro 2008

DUAS CASAS

Este é um estudo biblico que preparei a algum tempo que trata daquilo que tem sido uma grande dificuldade para mim nestes anos em que me dispus a ser discipulado dentro de uma denominação cristã: comunhão verdadeira que nasce de um relacionamento verdadeiro. Confiança que só pode ser gerada no convivio.

Geralmente, relacionamento dentro da "igreja" se resume em acreditar naquilo que se diz sobre o pulpito sem muitos questionamentos, frequentar os cultos, estudos biblicos e a escola dominical e, lógico, dar o dizimo e estar sempre na frente, respondendo aos apelos do pastor, prova da aceitação da mensagem (se possivel com uns estremeliques na hora da oração). Depois do culto, nos cumprimentamos com um sorriso e desejamos uma boa semana aos irmãos, depois de conversar um pouco com aqueles que temos afinidades e em geral, o assunto gira em torno de amenidades, coisas triviais. Acabamos por experimentar um nivel pifio de verdadeira unidade e comunhão entre os membros e lideres, um certo desconhecimento das dificuldades e deficiencias mutuas, que gera uma certa frieza e distanciamento dos problemas que todos temos como seres humanos. 

A ovelha que começa a trazer muitos problemas ao conhecimento do pastor acaba criando o estigma de pessoa chata e sem fé, que não absorve a pregação, por isso tem tantos problemas. O pastor ou lider em geral, tem que ser praticamente um superherói e nunca pode se apresentar diante do publico em fraqueza ou duvida, afinal é o lider que ouve a voz de DEUS, não? Ele tem sempre que ser a imagem da vitoria. Imagine um pastor dizer que não pode pregar num domingo a noite (logo num domingo a noite!) porque está com uma crise vocacional. De modo algum, o show tem que continuar!

No entanto, somos todos humanos e fraquejamos em tudo e até mesmo na fé. Não sei se sou mais fraco que outros, na verdade, acho apenas que tento ser honesto comigo mesmo sobre o ponto em que me encontro na minha peregrinação. Essa sinceridade comigo mesmo me fez ver não só minhas proprias mazelas mas o distanciamento entre o discurso que temos nos pulpitos e o testemunho escrituristico de Poder de DEUS no meio da Ekklesia. 

Paradoxalmente, nosso discurso é cada vez mais " biblico": nunca tivemos tantas "revelações" tiradas da Biblia (oferta de primicias, teologia do dominio, cinco ministerios de Efesios 4.11, restauração da Igreja, restauração dos dons profeticos, etc...) mas, em contrapartida, nossa pratica diaria não demosntra tanto Poder divino para trasformar vidas em dinamos que levem mais pessoas a ter um relacionamento mais profundo com DEUS. Nossas comunidades estão cheias de pessoas que não conseguem sair do nivel superficial, há pouco fervor na oração, há pouco clamor por mais de DEUS. Nunca se viu tanto divorcio no meio evangelico. Há muito do homem nos pulpitos, muita manipulação da alma, neurolinguistica, praticas motivacionais que fazem sucesso entre empresarios.Muita alma, pouco Espirito. Porque srá que vejo mais "curas" psicologicas do que verdadeiras curas fisicas?

Algo está errado. Algo está muito errado. Será que as promessas de DEUS se findaram? Por que será que Ele não cuida melhor do Seu testemunho limpando sua eira do trabalho debil da mão dos homens? Ah, se Ele enviasse Seu Fogo Consumidor e nos fizesse proclamar em alto e bom som como temos sido hipocritas diante de todo o mundo!

Tenho lido sobre homens sinceros que tem clamado por um mover soberano da parte de DEUS já mais de 50 anos. Gostaria de saber como esses homens se mantem em constante angustia pelo testemunho da Ekklesia todo esse tempo, porque eu já estou exausto depois e cinco anos. Pensei que eu ia aguentar mais. 

HOmens tremendos como David Wilkerson, usado por DEUS para converter lideres de gangues em Nova Iorque, historia afamada e contada no livro "A Cruz e o Punhal" tem falado sobre isso. No jornal interdenominacional Arauto de Sua Vinda, que vc pode receber de graça, na edição de março/abril de 2008, ele escreve sobre seu "Chamado à Angustia". Vale a pena ler se voce é um inconformado com o nivel que tem vivido.

Enquanto o Espirito Santo não se pronuncia , para sorte de uns, alguem diria, porem, devemos ser sinceros o suficiente e q uestionar sobre nossos metodos e modelos eclesiasticos (ô palavrinha!!) e nossa liturgia (outra que devia ser limada da igreja para sempre!). Espero que aquele que ler o artigo possa absorver algo edificante.


DUAS CASAS

 - Mateus 7, 24 a 27 mostra duas casas: uma edificada sobre a areia, a outra sobre a rocha, uma pode subsistir p/ sempre, a outra não; há um paralelo em Provérbios 9, onde  também vemos duas casas: uma é a casa da Sabedoria, a outra de uma mulher louca;

 

- a Sabedoria é personificada numa mulher q preparou um palácio (uma casa de sete colunas, portanto suntuosa) e preparou um banquete, convidando a muitos; sabemos, portanto q a Sabedoria é uma figura representando o SENHOR JESUS e seu ministério, pois ali diz q essa mulher “edificou, lavrou, sacrificou, misturou o vinho, preparou a mesa e deu ordens aos servos p/ q convidassem a muitos = exemplo de dedicação, abnegação, perseverança e cuidado com um objetivo único: p/ q muitos viessem a participar das Bodas do Cordeiro, da aliança no sangue e no pão. Assim, podemos dizer q uma casa de Sabedoria é uma casa evangelistica q está sempre pronta a lançar a pedra de edificação, a pedra angular;

 

- já da casa da louca se diz q não quer saber de nada: um verbo exprime ação e os dois únicos verbos encontrados ali são ‘assentar’ e ‘chamar’; Em contraste à casa da Sabedoria, essa casa assenta-se comodamente e fala coisas agradáveis e fáceis aos q passam... fala,fala, fala, mas seu discurso não produz vida, só morte (v. 18). Ela pode ser comparada a igreja de Sardes, pois ali só há mortos. Paulo diz em I Cor. 4, 19 e 20 aos que andavam ‘inchados’ em seu discurso: “O Reino de DEUS não consiste em palavras mas em PODER”; a palavra ‘inchado’ (tuphloo) vem da raiz da palavra grega para fumaça, fazer fumaça, ou seja, quando a Palavra diz q o inimigo cegou o entendimento dos incrédulos  quer dizer que ele teceu sobre seus olhos uma cortina de fumaça e aquele q está inchado está cheio dessa fumaça;

 

- a casa da mulher louca é a casa construída sobre a areia e não poderá permanecer contra a tempestade e os ventos q sopram contra ela, q é uma figura dos ataques do inimigo para minar suas forças: opressão, perseguição, tribulação, divisão, duvidas, frieza, etc; Na parábola, as duas casas são açoitadas pelas mesmas intempéries, mas só a casa edificada sobre a Rocha poderá permanecer como verdadeira ‘casa de DEUS’(Betel), a outra rapidamente se tornará num ‘monte de pedras’, da qual também temos um paralelo na Bíblia – a cidade de Ai (ruínas) destruída em Josué 8,28; 

 

AI E BETEL

 - Ai, como vimos em Josué, é uma cidade q por um espaço de tempo resistiu e chegou a vencer o povo de DEUS em batalha, porquanto nele havia anátema e isto é uma figura do quão puros e santificados devemos ser para que o SENHOR venha a cumprir seus propósitos em nós; ali vemos q Ai prosperou durante certo tempo, firme e sólida, como aquela casa feita sobre a areia em Mateus, a qual estava já em pé e suportou as provas por algum tempo, mas não pode resistir até o fim, prova de q não poderia ser usada por DEUS como habitação da Sua Glória: Assim, Ai se parece com a Casa de DEUS, tem uma fachada de casa de DEUS, mas nela só habitam os mortos;

 

- Precisamos saber diferenciar, a discernir qual a real diferença entre elas, porque vivemos em tempos trabalhosos, tempo de angustia p/ Jacó, tempo d multiplicação da iniqüidade e esfriamento no amor pois o mistério da injustiça descrito em II Tess 2.7 avança, enganando, seduzindo com palavras, palavras, doutrinas e ventos de doutrina, “um pouco aqui, um pouco ali”(Isaias 28. 10 e 13 – curioso q nessa mesma passagem, o SENHOR fala sobre a pedra de esquina, a pedra da edificação: “quem tem ouvidos p/ ouvir, q ouça”)

 

- vemos no verso 17 a louca dizer que “as águas roubadas são doces” = uma expressão parecida é usada em Mal. 3.10 p/ descrever aqueles que roubam a DEUS simplesmente por não entregarem os dízimos do Templo (se o povo podia roubar do sacerdocio, o sacerdocio tembem roubava o povo, pois do total do dizimo tambem era tirado uma parte para o sustento do orfão e da viuva; em tempos de apostasia, com certeza esses eram os mais prejudicados pela avareza dos sacerdotes que só desejavam enriquecer, o que é um erro grave, ou mesmo só pretendiam usar o dinheiro para ornamentar o Templo, como se os pobres não fossem dignos de receber a parte que DEUS lhes deu, o que é outro erro - muitos lideres de hoje agem assim e cobram seu povo todos os dizimos e ofertas que têm direito mas se recusam a dar o alimento ao necessitado ); Assim, ‘aguas roubadas’ podem significar o ato de não saciar o sedento, de não levar a Água da Vida aos q estão no deserto; Assim também com a expressão “o pão comido às ocultas é suave”, querendo simbolizar a atitude daquele q tem o bastante e não quer dividir, retendo o alimento sagrado, o pão não é multiplicado p/ a multidão; Ai é incapaz de evangelizar, pois é preguiçosa, não busca se fortalecer no SENHOR, orando, jejuando e vigiando e, por isso, tem poucos filhos, não é fecunda (Josué 7.3);

 

- Em Ai há muito pouco daqueles sentimentos que Paulo recomendou aos filipenses (Filp. 2.1): consolo em Cristo, estimulo de Amor, comunhão no Espírito, alguns entranháveis afetos e compaixões e outros a seguir como um mesmo ânimo, humildade, companheirismo, etc, “de sorte que”, de forma que de maneira que, pudessem ter o mesmo sentimento que havia em Cristo. Em Ai, sobravam os credos e doutrinas, um mandamento sobre o outro, um interminável faça isso ou aquilo, um legalismo velado e uma tendência incontrolável a desconfiança entre os irmãos, onde é mais fácil julgar do q amparar e cuidar, muito mais cômodo condenar e abandonar q ter o trabalho de sarar e confirmar; Essa é Ai, onde as pessoas são amontoadas, como uma pilha de pedras, sem q sejam edificadas, talhadas, colocadas uma ao lado das outras, bem ajustadas como uma edificação sólida; Essa é a realidade de Ai, apesar de no momento ela poder exibir  um titulo de cidade-forte, uma placa ou outdoor iluminado;

 

- Falar sobre Betel, porem, é mais prazeroso, porque falamos das certezas de DEUS, da sua fidelidade e soberania, porque Betel é a casa edificada sobre um único fundamento: RELACIONAMENTO COM DEUS! Credos e doutrinas ficam em 2º ou 3° planos; Quando Abraão edificou altar a DEUS em Gênesis 12.7, isso não foi fruto de um credo ou doutrina, mas de vida com DEUS; assim também foi com Jacó em Gênesis 28.19; Vida com DEUS é tudo o q um cristão pode almejar;

 

- Betel é a casa edificada sobre a Rocha, sobre Cristo, a Sabedoria personificada em Prov. 9 e devemos estudar como Ele começou a edificar a Igreja, a casa do Pai, lançando a si mesmo como fundamento principal; Primeiro temos q dizer q a palavra casa remete a idéia de família, pois numa casa não moram estranhos, mas pessoas com um certo tipo de afinidade q vai alem de uma mera concordância mental sobre o q é a verdade: A idéia de q a igreja é um lugar onde nos reunimos p/ cantar alguns hinos, ouvir um sermão, entregar nossos dízimos e ofertas e não criar nenhum vinculo afetivo mais profundo vai contra a idéia de família e de casa que o SENHOR estabeleceu desde o Éden, passando por Noé, Sem, Abraão, José, pela própria nação de Israel, das celebrações festivas de Israel e da própria igreja primitiva (como está dito em Atos 2.44); O próprio Jesus declara em Mateus 12.46 a 50, q havia deixado sua familia terrestre p/ constituir outra maior;

 

- P/ falar em Betel é preciso voltar a Prov. 9, p/ saber como o SENHOR começou a edificar sua casa: todo o contexto retrata fielmente tudo aquilo q o SENHOR JESUS realizou em seu ministério, porém, vamos ficar com a frase “lavrou as sete colunas”, no v. I;

 

- Uma coluna significa algo construído p/ ser capaz de sustentar sobre si um peso enorme e isso nos diz muito sobre os três anos em q JESUS trabalhou intensamente na vida desses homens a fim de molda-los, talha-los, transforma-los a tal ponto q pudessem ser o sustentáculo da igreja, homens q aprenderam a suportar a pressão dessa árdua tarefa? Como se deu isso?

 

- Podemos dizer q os discípulos se juntaram ao SENHOR por dois motivos basicamente: pela doutrina revolucionaria (ensinada com autoridade) e pelos sinais q ratificavam o q João Batista dizia sobre Ele... Mas o q se seguiu? Os discípulos foram submetidos a algum ritual de iniciação, uma sessão de descarrego, foram levados p/ uma escola doutrinaria ou seminário teológico? Não. Eles foram introduzidos à vida de JESUS e vice-versa (João I, 38 e 39) – o ensino, a doutrina não eram ministrados numa ocasião solene (como hoje), mas em cada situação por qual eles passavam no dia a dia do grupo; cada incidente servia como ilustração p/ q o Mestre aplicasse uma passagem escrituristica ou uma interpretação totalmente nova da lei;

 

- Eu me sinto levado a imaginar q as ministrações mais intensas dos discípulos ocorriam nos intervalos das viagens constantes pelas cidades de Israel, nas paradas, longe do clamor da multidão, quando se reuniam ao seu redor p/ ouvir suas interpretações dos eventos ocorridos. Seu ensino não era comum, os discípulos podiam ver q ele vivia o q pregava, q era diferente. Mas, não importa o quão intenso era seu ensino, JESUS não os separou apenas p/ ensinar sua doutrina. JESUS estabeleceu com seus discípulos um relacionamento q ia além da relação aluno/mestre, tão comum nas sociedades orientais, Ele estabeleceu um verdadeiro relacionamento de familia com eles. Pode-se dizer q JESUS passou mais tempo investindo em amizade verdadeira q em doutrina, pois mesmo no fim do seu ministério entre os discípulos, os mesmos pareciam não ter entendido muita coisa do seu ensino. É o q deduzimos de passagens como MAT 20.17 a 21, MAR 9.33 E 34, LUC 22.24 E JO 11.16. Na verdade, não importava muito se eles entendiam ou não, mas o q realmente importava era o fato de, apesar de não entenderem tudo, estarem dispostos a ir até Jerusalém com ele sob risco de morte, o q significa q eles nutriam por ele um sentimento de caridade (q vem de caro, custo alto, alta conta). Por fim, os discipulos acabaram descobrindo isso entre si e disso resultou um doutrina verdadeira baseada no AMOR FRATERNAL: “Não vos chamo mais servos, mas amigos”; “Um novo mandamento vos dou: q vos ameis uns aos outros”; “Nisto conhecerão q sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” – não se pode amar um credo, uma doutrina, pelo menos não verdadeiramente.O Amor de DEUS nos faz pensar essencialmente em pessoas porque os dois principais mandamentos falam imperativamente sobre amor pessoal, primeiro a DEUS, ser pessoal, e depois ao semelhante, também pessoal. Os fariseus, os saduceus, amavam suas opiniões, mas não se amavam nem mesmo entre si.

 

- O principal ensino de Jesus aos discípulos foi pratico: ter vidas q glorificassem a DEUS; De q forma? Entendendo q, da mesma forma q DEUS deu seu único filho e Ele se deu ao mundo e aos discípulos, nós também, fomos dados, primeiramente, uns aos outros, depois ao mundo; Uma vida de serviço a DEUS e ao próximo é o q está descrito em passagens memoráveis como Mat. 5.16, Jô 13. 35; I Tim. 6. 17 a 19; textos tão pouco usados hoje em dia, mas q resumem a busca pela excelência de DEUS em nossas vidas;

 

- O verdadeiro desafio da cristandade atual não é dominar o mundo secular, mas sim, contra a mediocridade ( = andar na média) que quer nos forçar a viver vidas espirituais nanicas, colocando para baixo nossas expectativas a respeito do Reino desde o momento em q chegamos à igreja ; O diabo sabe o q é um cristão verdadeiro e treme quando se lembra como é um, de modo q tem trabalhado p/ nos tornar sacristãos, algo semelhante a um leão velho e sem dentes;

 

- I Cor 12.31: o caminho mais excelente não são os dons, o poder, a prosperidade, mas o AMOR AGAPE, q  faz nosso eu sumir no meio das suas labaredas; Cantares 8.6 e 7 fala sobre a intensidade desse Amor; Numa passagem memorável Paulo diz em II Cor. 6.11 a 13: “Não estais estreitados em nós, mas estais estreitados em vossos próprios afetos... Dilatai-vos pois, vós também!”- Um grupo de comunhão avivado é um grupo transformado pelo Amor de DEUS, q buscou o Amor de DEUS primeiramente uns nos outros antes mesmo de clamar pela presença do Pai, porque como posso querer encontra-lo se primeiro não reconhece-lo nos meus irmãos, como posso ansiar por cura espiritual se não busco consolar e confirmar aquele q está abatido ao meu lado, como podemos ansiar pelo cuidado de DEUS em minha vida se eu não quero cuidar, me deixar gastar um pouco q seja com os outros? Há tão pouco interesse entre nós em saber como anda a vida espiritual um dooutro; Em q é baseada nossa comunhão?

 

- Tiago 5.16: não se confessa pecado a quem não se confia; isso requer confiança e cumplicidade; Qual a última vez q te confessaram um erro e pediram p/ q vc orasse em concordância? Há muitos entre nós sendo feridos e abandonando fileiras nas quais serviram durante anos, não porque são fracas, mas porque foram traídas em sua confiança; É hora de começarmos a refletir porque não temos experimentado um tempo constante de crescimento e refrigério espiritual verdadeiro, não descanso das lutas e tribulações, mas ânimo no meio da opressão, ao invés de sequidão, estiagem, lacuna; não podemos julgar os q recuam nessa luta, temos q entender q essa opção é feita somente no desespero d quem está se sentindo morrendo;

 

- Nossa corrida: Jeremias 12.5: Eu tenho corrido contra os cavalos, todos corremos, uma corrida q parece desigual ao homem natural, porque parece q, às vezes, eles vão vencer, mas DEUS nunca os deixa desgarrarem; Nós podemos dar nomes a eles: desanimo, frieza, mediocridade, egoísmo, mas o nome do SENHOR é sobre nós, sinal de em quem ele tem apostado. Essa corrida só é iniciada se decidimos que queremos ser definidos no máximo (pouco menor q DEUS – salmo 8.5), não no minimo.

 

- JESUS não caminhou sozinho, procurou homens com os quais pudesse caminhar e ter tudo em comum; Paulo também procurou homens com o mesmo espírito e encontrou cumplicidade em homens como Barnabé, Silas, Timóteo, Tito e Lucas, procurando estabelecer isso onde quer q passasse, deixando isso patente na minha passagem preferida do Novo Testamento em Filipenses 2.1 a 5 – através de nos submetermos uns aos outros em amor, aprenderemos a submissão a voz do Espírito e a reconhecer os dons p/ edificação do Corpo presente na vida de cada irmão; No Corpo, não há um membro q seja maior q os outros, a não ser em responsabilidade diante de DEUS, como um apenas q receba a revelação ou visão completa sozinho, mas cada parte recebe da mesma Graça como participante da mesma natureza, da mesma família, do mesmo Espírito, do mesmo Pai, contribuindo p/ o incremento do Reino.

 

 

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